RoboCop – O Policial do Futuro

Para minha surpresa, foi por vontade da Sarah que assistimos esse clássico oitentista da infância de muita gente e que nos reservou algumas surpresas, como, por exemplo, a grande quantidade de cenas explícitas de pessoas tomando tiros e sangrando igual Mortal Kombat e o uso descarado de cocaína no que viria a tornar-se um menage-a-trois se não tivesse havido uma interferência. Sério, na minha cabeça, RoboCop era mais “infanto-juvenil”…

A história começa como uma simples busca de vingança, com o ataque de um bando de criminosos a Murphy e Lewis, quando estes os seguem até uma depósito abandonado após um assalto. No ataque, Murphy é seriamente ferido e levado a um laboratório, onde é dado como morto para que seu corpo possa ser utilizado na fabricação do RoboCop. Após  sua criação, este vai à caça de seus assassinos, mas acontece o tal plot twist e ele passa a ser perseguido pela polícia e pelos bandidos. Além, é claro, de ter que derrotar outro robozão, que se acha o foda mas não sabe nem descer escada.

O filme tem um tom bestão, se tivesse sido feito hoje em dia (parece que tem remake saindo das mãos do José Padilha) seria rotulado de fascista, já que nosso paladino semi-humano opta constantemente por dar tiros fatais em suas vítimas, além de abusar de métodos pouco condizentes com a declaração de direitos humanos. Mas como diversão, tá valendo.

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