Stalker

Ao lado de Solaris, Stalker é talvez a obra mais conhecida do diretor russo Andrey Tarkovskiy, e já tinha interesse em assisti-lo há alguns anos. Somente há poucas semanas eu e a Sarah tivemos paciência para encarar a empreitada, um filme que já se mostrava arrastado e cansativo desde os primeiros minutos.

De forma alguma pretendo ignorar a qualidade do filme, ele é bem executado, os diálogos são profundos e cheios de filosofia e a história é ótima, mas seu andamento super lento acabou me fazendo perder gradativamente o interesse pelo filme, a ponto de torcer para que este acabasse logo.

Stalker fala sobre uma região soviética (chamada apenas de “a zona”) que havia sido visitada por extraterrestres e desde então passou a ser vigiada pelo exército para impedir a entrada de curiosos. Havia rumores de que havia um local específico na zona em que, se a pessoa entrasse, teria seu desejo mais íntimo realizado. O Stalker que dá título ao filme é uma profissão como um guia turístico: é contratado para levar um grupo de pessoas até este local da zona, já que esta passa por constantes mudanças e só os stalkers sabem se guiar dentro dela.

Como havia falado, o filme transborda filosofia, e a todo momento há cenas de vários minutos de duração com diálogos triviais que, por mais que acrescentem uma certa sensibilidade ao filme, o tornam pesado e, na falta de palavra melhor, chato.

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