A Estrada

Gosto muito desses filmes pós-apocalípticos com meia dúzia de humanos vivos, procurando comida, matando uns aos outros e esperando a morte chegar mais cedo ou mais tarde. Inclusive, nessas minhas férias maravilhosas e, infelizmente, prestes a terminar, vi com a Sarah alguns filmes que compartilham esse tema e comentarei nos próximos posts.

Até onde prestei atenção, o filme não explica o que aconteceu para o mundo ficar naquela situação, e achei uma boa saída, porque geralmente as explicações são uma merda. (Exemplo: Waterworld, 2012, O Dia Depois de Amanhã etc). A noção de tempo também não fica muito evidente, já que a única referência que temos é a idade do garoto, sem sabermos em que época isto ocorre, e quanto tempo antes do nascimento do garoto tudo começou.

O filme é narrado pelo protagonista, o que geralmente tende a ser ruim, mas nesse caso achei os textos bem enxutos e pontuais. Também não há muitos diálogos, imperando o silêncio durante quase todo o filme, que se alterna entre o “presente” vivido por Viggo Mortensen e seu filho, e os flashbacks de quando sua esposa (Charlize Theron) ainda era viva.

“A estrada” conta ainda com Guy Pearce e Robert Duvall que, admito, não reconheci durante o filme, mesmo sabendo serem rostos conhecidos.

De ponto negativo, somente o chatíssimo ator mirim e o final “feliz” (na medida do possível) meio forçado.

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